M

There's something i have to tell about us...

“Com amor, a gente consegue dar a tal volta por cima. Com amor, as lágrimas um dia cessam. Com amor, o sorriso volta outra vez para a alma. Com amor, um dia frio pode ser quentinho. Com amor, a tela branca ganha formas. Com amor, a respiração acalma. Com amor, o abraço conforta. Com amor, o olhar se encontra e se entende. Com amor, as bocas conversam sem som. Com amor, um entende o outro com o silêncio. Com amor, as feridas secam e criam casquinha. Com amor, o que ficou pra trás não importa. Com amor, o presente é urgente. Com amor, o futuro não assusta. Com amor, o perdão é sincero. Com amor, nada parece tão complicado. Com amor, é fácil ter fé. Com amor, as dificuldades são vencidas. Com amor, a gente enxerga beleza onde não tem. Com amor, o riso surge. Com amor, os fantasmas fogem. Com amor, enxergamos corações em todos os lugares. Com amor, a fera vira bela. Com amor, até a alma mais dura se transforma. Com amor, o medo se dissipa. Com amor, o equilíbrio volta para o lugar de onde nunca devia ter saído. Com amor, a gente só soma. Com amor, você tem tudo. E eu também.”

—   Clarissa Corrêa  (via florejaste)

(Source: terminar, via florejaste)

devivreunmensonge:

xxxx

“Erre. Todo mundo pode errar. Mas admita, assuma e corrija. Errar é humano, ser covarde não.”

—   Dulce María.  (via caluniador)

(Source: DOSE-DE-POESIA, via caluniador)

“Me desculpa a caretice, mas eu sou do tempo que o ‘eu te amo’ precisava ser verdadeiro para ser dito.”

—   Tickets of Cassie. (via citografou)

(Source: EXTINTA.TUMBLR.COM, via reeduarte)

Follow me @rmdrk on instagram. on We Heart It
http://weheartit.com/entry/112871150/via/rmdrk
frasespoesiaseafins:

Ainda é cedo - Legião Urbana

frasespoesiaseafins:

Ainda é cedo - Legião Urbana

(Source: vanillaflavors, via reciprociar)

“Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa. A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada. Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência. Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa. Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram. Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo? O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista. A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados. Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro. Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos. Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal. As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso. Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu. As palavras perderam o sentido.”

—   Sobre a maior tragédia de nossas vidas. 27 de Janeiro de 2013, Santa Maria, Rio Grande do Sul. Fabrício Carpinejar (via florejaste)

(Source: nocturnaluz, via florejaste)

“Eu posso te dar todo o amor que você quiser… mas eu sei que nunca vai ser o suficiente. Porque um coração apaixonado, mesmo quando forte, nunca conseguirá amar por dois.”

—   Come back… be here.   (via raparig-a)

(Source: romanteios, via raparig-a)

(Source: ervavenen0sa, via raparig-a)